segunda-feira, 20 de outubro de 2014
Codinome: ninguém!
De poeta eu não tenho nada
De mim só tenho esse nome
Que, em cada característica
Se personificar por extenso.
Sou do tamanho que escrevo
Um metro e oitenta de outros
Deitado no papel então vazio
À espera de qualquer palavra
Tão lida em corpos retilíneos.
De fato, a magreza me esconde
Pois, peso toneladas por dentro
E meu ser ossudo enche a alma
Engorda este coração estranho
E que desconhece enquanto só.


1 Estranharam:
Lindo filho!
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