segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Cut í cu la
Sejamos como vela na carne:
Pinga, alma e fogo na mente!
Uma fagulha me ressuscita:
Em prosa, em verso doutro!
Esqueci como é bom sentir:
A vertente do amor sofrido!
Ah, como morro ao existir!
Sem qualquer perseverança
Para rir! Para chorar sob ti!
O que me sobre mais nada
Apenas um poema esquivo
De tanta eloquência: mudo.
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Atestado na testa
Infelizmente
Alguém tem
Que morrerr
Neste poema.
De desgosto
De desprezo.
Alguém vai
Morrer e só!
Nada de mal
Nada de feio.
Morrer é ser!
Ressignificar
O fim vivido.
Do eu-poema
Que discerne
Sobre o óbito
Na entrelinha.

