domingo, 28 de dezembro de 2014

Furturo


Você que lê poesia de ontem
Por que não escreve uma sua?
Pois de todo poeta tão repetido
Me cansa a palavra até a morte.
Tudo hoje é novo, feito de novo
O poeta de antes já diz por mim
Aquilo que meu poema escreve:
Quase do mesmo, ou só amanhã.

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