domingo, 5 de abril de 2015
O meu medo da morte
Na verdade, o meu medo vem de viver
De atravessar uma rua sem saber aonde
Ou se meu direito de ir e vir é só balela.
É de tal dúvida que penso, logo, esqueço
Em mim são tantas vidas - dentro ou fora
Mas que não tem a certeza de quem serei
Na próxima manhã de uma segunda-feira
Um tédio sem fim quando eu poderia está
Dormindo, na sutileza que é então ensaiar
Minha morte, uma dor atrás da outra - fim.


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