sábado, 18 de julho de 2015
A poesia (já) morta
É, o meu poema
Já nasceu morto,
E somente um leitor
Capaz de lê-lo assim
Pode então revivê-lo.
Eu - enquanto poetador
Permaneço num estado
Que difere noutro viver,
Escrevo demasiadamente
Mas vivenciar que é bom
Nada vezes nada, afinal...
Tudo acaba
Até mesmo
Um poema
Como esse.


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