Desculpe,
Tenho uma aversão
Ao verso redigido
Numa mente sã.
Todo poema
Deveria ser com um pomar:
Com frutas para a colheita
E outras podridões
Que adubam o solo
Da sola descalça
Do poeta.
Que de tão assolado
Prefere uma carreira solo
Recitando seus pormenores
Para uma plateia adestrada.
Em suas palmas rítmicas
De bofetes que se calam
Nos tapas que tampam
A alma do negócio:
O show business da vida.
Para uma plateia adestrada.
Em suas palmas rítmicas
De bofetes que se calam
Nos tapas que tampam
A alma do negócio:
O show business da vida.


1 Estranharam:
Cristiano, estou levando este poema para nossa coletânea Polinizações Poéticas, está certo? Abraços
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