terça-feira, 5 de abril de 2016
De lírios de uma flor adentro
Surto-lhe um verso
Convulsiono a palavra
Uma epilepsia de sentidos
Vagos e inertes que me ressurgem.
Como se a cada ataque
Eu tentasse controlar a ânsia
De escreve sob o efeito de remédios
Que nada dizem, apenas doem minha existência.
Não há nada em mim
Capaz de conter essa loucura
De fazer poemas belos e bem estruturados.
Sou incapaz de tal feito
Apenas elucido entre um grito ou outro
O que falta durante o sono breve: um pouco de paz.


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