quinta-feira, 30 de junho de 2016

[...]


O poeta
Nada
Diz,
Nada
Lê,
Nada
Ouve.

Mas
Nada...
Contra
A maré,
Nada
Contra
O fluxo
De todos.

O poeta
É
Antes
De tudo -
De nada.

Obrigado
A ser
Um nado:
SIn-cro-ni-za-do!
E
Nadar
Até
A margem
De si.

À procura
De algo
Submerso
No nadismo
De sua poesia.

0 Estranharam:

Postar um comentário