segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Cut í cu la
Sejamos como vela na carne:
Pinga, alma e fogo na mente!
Uma fagulha me ressuscita:
Em prosa, em verso doutro!
Esqueci como é bom sentir:
A vertente do amor sofrido!
Ah, como morro ao existir!
Sem qualquer perseverança
Para rir! Para chorar sob ti!
O que me sobre mais nada
Apenas um poema esquivo
De tanta eloquência: mudo.

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