sábado, 21 de maio de 2016

(...)


Nunca pensei
Que um verso
Doesse assim.

Não me existo
Para ser inerte
Ao que é amor.

É como se eu
Por mais afim
Que seja em ti
Nada justifica.

O meu silêncio
De tais palavras
Que perpetuam
A falta de você.

É difícil desistir
Daquilo que foi
Uma esperança
De sermos dois.

Ainda acredito
Que tudo passa
Numa desculpa
Escrita e vivida.

Eu como poeta
Faço meu pior
Que é escrever.

Não para outros
Nem como Ego.

É sobre os nós
Que nos dizem:

Amar é teimosia.

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