
Um balancete abduziu aquele caboclo,
Matuto calejado de enxadas e inchaços contemporâneos.
Ele ainda não quer amanhecer, (é dia?)
Prefere contar feijões mágicos do que inocentes ovelhinhas.
Prometera que este final de semana podaria seu pomar,
De ditos frutíferos que já foram de uma boa safra...
(Basta-me de tanto bucolismo!)
Proseava sobre os inúmeros habitantes de milharais,
Não bastava confessar-se com aquele velho espantalho,
A benção lhe rendia ao menos algumas auroras boreais.
Deslumbrava um céu pontilhado,
Nunca saberia contar e problematizar tais anos-luz.
Só sabia apontar sua luneta oftalmológica para determinado ponto. (.)
Capaz de ao mínimo de cavalgar sem seu pangaré,
De fato, o mesmo não era um unicórnio invisível.

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