
Mas afinal, onde está meu relógio de bolso?
Ou melhor, por onde andas aquela doce menina com olho de gênio?
Coma-me e beba-me! (Comunhão?)
Por enquanto, minha maçaneta está emperrada
E a porta um pouco empenada.
Ora mocinha do outro lado do espelho
Do rostinho trincado
Podemos até repousar sobre aqueles cogumelos
Recitando teus poemas.
Descafeinado em um chá chorado
Garotinha entorpecedora de olhares
Eis aqui um maluco sem chapeleira, carregando sua mera cabeleira.
Ás vezes, teu sorriso tão Cheshire contagia-me
Pois não existem bosques perdidos sem teus cabelos
Oh menina com aroma de biblioteca
Deixa-me desbravar teu mundo
Repleto de sonhos como os meus.

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