sábado, 13 de julho de 2013

Pós-anterior



De quem nasce sempre um pouco mais
Dos dias que morrem cada vez menos,
Um minuto de barulho aos silenciados!
Estamos aqui na década de decadência
Onde buscamos ser atemporais
Com a pressa que não sabe até quando.
Ser póstumo de nossas memórias
Á espera do antes que enfim atrasa
E adianta o amanhã que já foi tarde,
Tudo é passageiro para quem é breve
Pois só depois não há outrora para isso.

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