segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Na-morada alu[g]ada
Um quartinho dentro de você
Alugando meus sentimentos
Na-morada de mim fora d'eu
Hospedo-me em cada abraço
É lá a casa que caso por acaso
Fico habitante pelos interiores
Anteriores ao passado nômade
De morar em peitos cubículos
Pois a carne sabe ser espelunca
Atraindo andarilhos de amores
Na sarjeta que é viver no outro.


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