quinta-feira, 8 de maio de 2014
Love Metal
Amar é algo mecânico
Ao lubrificar tanta veia
Em tais ossos metálicos
Até a bobina do peito.
É desconfigurando-se
Qualquer robotização
Em lágrima de diesel
Ou num riso parafusado
Que logo enferrujamos
Outra vivência alcalina.
Eis a nossa androginia
De ser mais maquinado
À fazer tudo sistêmico
Funcional e inoperante
Antes que (IN)for/mate
A memória de existir-se.


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