quinta-feira, 7 de maio de 2015
Arrependei-vos em outros poemas!
Todo tipo de poesia torna-se em algo desnecessário
Não há nada de grande em escrever sobre os outros
Nós enquanto poetas só sabemos o que esquecemos
E por fim, os poemas continuam a ser tão estranhos.
Ninguém faz isso por tais motivações de eternidade
Acima de tudo, somos humanos e logo nós erramos
Por natureza própria, escrever também já é um erro!
Dos grandes, afinal, quem nunca mentiu num verso?
Nem que seja para conquistar então o coração alheio
O amor tende essas coisas de escrita, enfim, é a vida
Que rege cada palavra que condecora o valor da arte
Ou quase nada, portanto, regressemos a outra leitura
Dita e cuja: que não dá sequer um final digno a mim.


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