sexta-feira, 22 de maio de 2015

O acústico do meu silêncio


Não me chame pelo nome!
Para se lamentar de outros!

Já pensou o quanto eu sou?
Ao menos para ser um dia?

Talvez nunca note isso em mim
Claro! Você só quer tal segredo
Que se esconde nos meus olhos!

Para dizer em línguas alheias
O tipo de pessoa tão perfeita!

Como se isso fosse uma questão
Em que nós estivéssemos juntos.

Na verdade, sempre fomos assim
Um longe do outro, até amenizar
Essa vontade que por fim, acaba.

Aqui e agora! E não mais em ti!
Eu não devo qualquer desculpa
Que faça do amor - algo errado.

Pelo contrário, há outro alguém
Que também te despreze menos
Ou até elogia sua exagerada dor.

Afinal, sempre tem (o que não é).

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