quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Poesita
Poesia é relativa
Ora é ser outro
Para ir até a si,
O verso é pouco
Para tanto sentir
Alheio ao meu.
Poesia é o acaso
Mal sabe existir
Vive em alguém
Não no seu poeta,
Finge verdades
Brilho do escuro
Antes de Deus:
Cria sua ruína.
Poesia é um fim
Ou qualquer outro
Onde começa-se
De volta ao futuro,
Nasce como mãe
Que gera e gira
Em torno de nós.
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